Arquivo do mês: maio 2008

teste do sofá

Aposto que com o título você pensou nos testes que algumas atrizes famosas além de cantoras, modelos, Big Brothers tiveram que fazer antes do sucesso. tsc, tsc, que mente mais suja. chiveta estava apenas se referindo ao vídeo acima que mostra tudo relacionado a sofá nos Simpsons. Caso não queira ouvir um loop da canção de abertura da série durante 5 minutos, recomendamos som desligado… ou um Napalm Death no talo!

(in)feliz dia das mães!



É o que desejam hoje chiveta e o guarda-costas pornô anos 70 da Britney.

maldito Pitágoras!

chiveta odeia Matemática e abaixo está um bom motivo para isso…

Usando uma calculadora – porque sem ela é difícil, pelo menos pra nós – faça o seguinte cálculo:

1. digite os 4 primeiros números de seu telefone;
2. multiplique por 80;
3. some 1;
4. multiplique por 250;
5. some com os 4 últimos números do mesmo telefone;
6. some com os 4 últimos números do mesmo telefone de novo;
7. diminua 250;
8. divida por 2.

e aí, o resultado não te deu vontade de socar Pitágoras?


o bom é que Pitágoras hoje seria confundido, facilmente, com Mr. Bin Laden!

infectando o Japão!

A não ser que você toque no Conjunto de Música Rock Merda, você teve aula de Ciências na terceira séria e sabe que a doença transmitida pelo rato é a leptospirose, né?

Bom, em Bragança Paulista/SP existem três doentes que batizaram uma banda com esse nome e fazem um som sem limites: mistura hardcore com jazz, alternando instrumental rápido e psicodélico com letras altamente surreais. E o quê o Japão do título tem a ver com isso? Tudo! chiveta fez uma entrevista com o mestre Quique Brown, voz/guitarra do Leptos, e ela foi publicada na japonesa Doll.

Tradicional no meio punk/hardcore, a revista tem uma cara de “fanzine de Primeiro Mundo”, ou seja, diagramação crua, mas numa qualidade crasse A! Como pra ler a entrevista publicada é impossível, a não ser que você seja um samurai, no site da Karasu Killer Records você pode ler ela em português ou inglês. Para ver as páginas em tamanho maior, dê um pulo no nosso Flickr!


muito boa a resposta da primeira pergunta… pior que é mesmo!

ps* se alguém compreende o idioma japonês, por favor, leia a entrevista e nos avise se os japa não nos sacanearam!

mais um shot e ela cai…

Algumas combinações foram feitas pra dar certo: que tal uma emissora que praticamente inventou o reality show, se juntando à maior celebridade de internet dos últimos tempos para um seriado nos moldes de The Bachelor?

A Shot At Love, reality show da MTV estrelando Tila Tequila, parecia ter a premissa das outras séries do gênero. Ao final, ela teria um “amor” escolhido, e a única diferença dos realities tradicionais é que a escolha seria feita entre participantes do sexo masculino e também do feminino. Como resultado, ela e seu/sua escolhido(a) viveriam felizes para sempre. Depois de barracos com polícia e ambulância e muitos “seres” Melancia, sobraram a bombeira Dani e o estudante de cinema Bobby.

Aí vieram as alegações. Tila escolheu Bobby — ops, foi mal se você não sabia –, alegando que não queria jamais estragar a amizade que tinha feito com Dani. Bobby um pouco mais tarde colocou uma mensagem em seu MySpace alegando que Tila e ele nem chegaram a se falar depois do fim do programa, que ela não ligava pra ele, e ninguém da produção lhe dava o telefone dela. Tila alegava que eles não podiam se ver durante um determinado período após o término das filmagens (já que todos saberiam quem havia ganho) e que o “relacionamento”, que era só via telefone, se desgastou, e ELE terminou com ela. Uma “fonte” — sempre a fonte — tende a dar razão para Bobby, dizendo que Tila chegava ao set tarde, não falava com os participantes entre os takes e sempre reclamava que tinha “muita coisa pra fazer”.

Com todas essas alegações, você esperava um fracasso, não? Mas o que fazer quando o final de temporada disso é visto por 6.2 milhões de pessoas, fazendo com que essa seja a transmissão mais assistida de uma série na história da sua emissora? Começa tudo de novo ora bolas!

Menos de 10 dias após o episódio final ir ao ar, Tila já anunciava A Shot At Love II. A série, que estreiou dia 22 de abril nos EUA já tem trailer do terceiro episódio — com bastante barraco é claro — no ar, e por enquanto ninguém foi embora por vontade própria. Já que a MTV Brasil deve apostar novamente no seriado, chiveta não conta mais nada para não estragar a surpresa. Você vai ficar responsável por sua ressaca…


chiveta muda de idéia: conheça o vencedor da segunda temporada.

tranquem suas avós em casa!

Aos 81 aninhos (com corpitcho de 80), o garotão Chuck Berry retornará ao Brasil. Segundo o site oficial do mestre, autor de pérolas como School Days, Johnny B. Goode, Maybellene e Roll Over Beethoven, ele já tem datas marcadas – de 17 a 21 de junho – em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre.

Então jovens, se vocês querem ter uma aula de rock (de verdade!), esqueça que Cuper não é mais baterista do Fresno (hein?), da Ronaldinha Viviane Brunieri em filme pornô adulto com sósia de Ronaldo e até das vindas de Sum 41 e Avenged Sevenfold. Só há um senão na vinda do vovô do RRRRock: o preço dos ingressos!

melhor ir ver o velho Berry antes que se junte ao rapaz da foto

Gossip Queen

Jeffree Star ainda não tem disco, ainda não fez participação especial no American Idol e ainda não foi perseguido pelo Pânico, mas terá uma música inédita num episódio de Gossip Girl.

Se você acha chocante, preste atenção na engenharia reversa: a série foi criada por Josh Schwartz, o mesmo que aos 26 anos era o mais jovem produtor/criador de um seriado na história da TV. Isso foi em 2003, com o hypadíssimo The O.C.*, um show bastante musical que deu a luz à 6 trilhas sonoras. Nele tinha estréia de singles (Cool, da Gwen Stefani e Ch-check It Out dos Beastie Boys), referências à bandas durante os episódios e até um bar onde tocaram The Walkmen, Death Cab For Cutie, Modest Mouse, The Killers e outras.

Aí em 2007 ele pega o equivalente patricinha do Harry Potter (são 11 livros da Gossip Girl, fora as séries derivadas) e leva pra tv, onde no colégio super tradicional, quando não estão lendo o blog da tal garota fofoqueira via seus celulares ultra-mega-modernos que além da câmera de alta-definição também têm laser pra transformar espinhas em poeira cósmica, chapinha termoativada e conexão direta com o software de controle de estoque da Louis Vuitton, as meninas do coral cantam Fergie, e só no episódio de estréia tocam Rihanna, Amy Winehouse, The Mooney Suzuki e Angels & Airwaves.

Ficou um pouco mais claro? A responsável pelas trilhas, Alexandra Patsavas, já havia trabalhado com o sr. Schwartz em… The O.C.
Jeffree Star soltou a notícia em primeira mão no seu boletim no MySpace (onde você pode ir pra escutar I Hate Music), e a série voltou ao ar nos EUA dia 21 de abril. Quando chegar aqui, chiveta avisa. Ou não.


Jeffree Star: “Era desse tamanho e disse que se eu não entregasse minhas calças, ele ia levar minha nécessaire da Prada!”

* claro que como tudo que é hypado, depois do zum-zum-zum The O.C. não deu em mais nada, teve que apelar pra morte de um personagem principal, e mal e porcamente sobreviveu à quarta e última temporada.

XOXO

AT/DT

Bom, pra embalar o feriado nada melhor que um vídeo de heavy metal… ou algo do tipo! É engraçado como o metal foi retratado pela imprensa nos anos 80, principalmente por causa do primeiro Rock In Rio, em 1985. Eis que naquele ano, em que a Rede Grobo cunhou o termo metaleiro, Os Trapalhões lançaram o filme Os Trapalhões no reino da fantasia onde eles fazem um show em benefício de um orfanato que enfrenta dificuldades financeiras, dirigido por Irmã Maria (vivida pela eterna rainha dos baixinhos Xuxa). Clicando abaixo é possível ver o estilo escolhido pelo quarteto para animar a rapeize!

ah sim, enquanto realizam o espetáculo acima, o dinheiro dos ingressos é roubado, então Didi, Dedé e a mãe da Sasha Irmã Maria perseguem os bandidos, enquanto Mussum e Zacarias continuam com o show – chiveta, assim como o querido leitor, vai fingir que Didi não guitarreava e Dedé não era o técnico de iluminação atrapalhado. Bom, os três vão para no mundo de Beto Carrero e vira aquele divertidíssimo esquema Velho Oeste/pastelão. Enfim, tudo isso pra dizer que nossa geração pode ser chamada de AT/DT (antes de Trapalhões e depois de Trapalhões) de tanto que eles marcaram nossa infância. Sacou as referências a AC/DC e Iron Maiden no vídeo? Pois é mané, ainda acha que o Massacration inaugurou a sátira ao metal no Brasil?! Bom feriado a todos… ou não!