Lista chiveta – Discos 2014

Lista de melhores do ano, Daora, né? Tsc, tsc, acho um grande cocozão, de verdade!

romerococo

Primeiro porque os sites/revistas/blogs/colunistas vão atrás das listas gringas pra mostrar que tão super ~antenados~; segundo porque 90% delas não são sinceras, terceiro porque rola jabá, rola ~coleguismo~; quarto porque tem site que faz uma lista enorme só pras bandas [nacionais] divulgarem e eles ganharem um pageviewzinho transado; quinto porque muitas listas são feitas pra fazer média com os outros [bandas, selos, assessorias, produtoras, pessoas]; sexto em todos os anos chego a conclusão que os discos que mais gosto não foram lançados no mesmo ano; sétimo, chega, oitavo, CHEGAAA, nono, CHEEEEEGAAAAAAAAAA, décimo, transe a vida, não listas!

transeacompanhadim

Enfim, fiz uma listinha com o que mais ouvi e, ÓBVIO, isso NÃÃÃÃÃÃOOOOOOOO quer dizer que sejam os melhores do anos, quiçá do ânus!

mbundalele

Tenho mais cliques que amigos, e mais discos que pageviews, respiro música, devo escutar em média uns 15 discos por dia, talvez até mais desde que não tenho mais TV em casa!

tvtv

Pois é!

semtv

Enfim, e os meus PREDILETOS de 2014 foram:

Chuva Negra – Meio Termo [chuvanegra.bandcamp.com | facebook.com/ChuvaNegraPunk]
Sem dúvidas foi o disco que mais ouvi em 2014, sem sombra de dúvidas o que mais me identifiquei em MUUUUUITO tempo. Queria dar um beijo no Chinho e agradecer cada frase que ele compôs ou melodia desafinada que cantou. Se eu tiver no metrô [ou no busão parado no trânsito] e tocar Chuva Negra ou Napalm Death, consigo manter a lucidez diante do caos. Minha trilha sonora desde que ouvi pela primeira vez – e, inclusive, tive o prazer de ouvir antes do lançamento e escrever um texto [clique aqui e relembre]. Emo punk pra vida ou seu coração de volta dilacerado na esquina da Ipiranga com a São João!

Racionais MCs – Cores e Valores [racionaisoficial.com.br | facebook.com/racionaiscosanostra]
Adorei Convoque Seu Buda, do Criolo, mas assim que saiu Cores e Valores, não consegui mais parar de ouvir. Na minha visão Racionais é a banda mais punk/hardcore do Brasil ponto. Realidade bruta, não rock de condomínio travestido de hardcore. Já falei aqui uma vez [clique e relembre] já tenho hardcore suficiente em meu cotidiano pra aturar discurso fake de banda de playboy. Mano Brown, Edi Rock, Ice Blue e KL Jay são mestres, eternos, são ritmo & poesia acima de tudo – e de todos nesse Brasil de meu Jah.

Brody Dalle – Diploid Love [brodydalle.com]
Que disco, pessoas, que disco! Do começo ao fim é uma faixa mais linda que a outra. São só nove, não são tantas e isso dá um grau porque não tem aquelas músicas que tão ali só pra completar um disco, sabe? Tudo se encaixando, é rock, é pop também [não é crime, gente!]. Acho uma pena repararem mais na beleza dela que nas composições. Rídiculo a colocarem como troféu de roqueiros que como uma baita compositora. Ah, e na minha opinião se o mundo fosse um lugar justo a Brody [banda] estaria [em populariade/reconhecimento] acima de Foo Fighters [que disco medíocre esse novo, hein, ouvi ontem] e Queens Of The Stone Age [que particularmente acho bem sem sal].

Zander – EP’tizer [zanderblues.bandcamp.com | facebook.com/zanderoficial]
Queria que o Zander fosse no Brasil o que, sei lá, o Pearl Jam é lá fora. Ou até o Foo Fighters ou o Red Hot Chili Peppers, quiçá foi o Nirvana [NORVANA CARA!!!], ou seja: uma banda de rock circulando nos grandes meios de comunicação e atingindo a massa. Queria eles no Faustão, no Hangar110, no encerramento do Big Brother, na Virada Cultural, enfim, queria eles sendo reconhecidos como a puta banda de rock que são. Do it yourself com alma hardrocker ou punk de alma e roqueiro de coração, sei lá, Bil e sua rapaziada deveria tocar no palco principal do Rock In Rio, não essas bandas posers de gravadora/empresário coxinha.

Body Count – Manslaughter [facebook.com/bodycountofficial]
Ice Motherfucker T e seus muthafuckas voltaram! Manslaughter é aquela clássica mistura de metal, hardcore e rap que o Body Count faz de um jeito só dele. Como se não bastasse as podreiras de sempre, Mano Ice mandou uma versão ~atualizada~ de Institutionalized, do Suicidal Tendencies, que se você tem um pouco de senso de humor vai concordar que já vale o disco. Tem ainda a releitura de 99 Problems, do marido da Beyonça, que é aula de rapcore – em qualquer das duas versões. Vida longa a Ice, Ernie C e à Coco também, claro!

Maguerbes – Rituais [maguerbes.bandcamp.com | facebook.com/maguerbes]
Acho que qualquer lista de melhores do ano sem Maguerbes é uma lista desnê, fi! A banda mais buena onda do metal nacional – eles já foram calça larga, hoje tão cas carça justa, tão na estica, fi, visualmente é o que menos importa – pega as letras de Haroldo e a beleza de sonoridade que Rituais e Agenda trazem. Triste é ver 20 anos a serviço da música independente brasileira ser banalizado pelo pseudo-jornalismo ~desnê~ de blogueira hipster querendo ser malvadjeenha que tá mais interessada em pulseirinha VIP e selfie de costas pro palco. Ah, Maguerbes no Rock In Rio também, deixo aqui meu protesto! Alô Medina, cê já deve ter visto uns adesivo de caveirinha nessa mundão de meu Jah, é dos meninobão de Americana, fi, chama eles! O Futuro é deles!

Leptospirose – Tatuagem de Coqueiro [leptospirose.bandcamp.com | facebook.com/Leptospirose]
[voz agudinha] Mas tibiu esse disco é de 2013! Fi, primeiro que esse disco é eterno, segundo que a lista é minha e terceiro que ele foi lançado oficialmente em Janeiro de 2014, então cala essa matraca! A química explosiva que se forma no encontro dos elementos Quique Brown [guitarra/voz], Velhote [baixo/virtuosismo] e Serginho [bateria/fumaça] é algo único: roque paulêra, révi merau cinto de bala, progressivo panque, dodecafonismo anárquico e sururu atômico. Mesmo quando em inglês macarrônico, Brown tem as letras mais nonsenses da Nova MPB Brasileira – toca o terror diante da galera hype descolada hippie chic e Novos Paulistas em geral. Fora a arte deste disco, Daniel Mestre ETÊ, e convidados ~tatuadores~ que é um versículo a parte. Ó, só, Leptos não é surf music mas dá uma onda boa – anote o que tô dizendo! Leptos no Rock In Rio, Medina, com o Sepultura abrindo pra eles – acho que o Andreas Kisser concorda!

Against Me! – Transgender Dysphoria Blues [againstme.net]
Gostei bastante, ouvi muito. Mas meu predileto do Against Me! sempre será o White Crosses [2010], que amo do começo ao fim, tal qual o Meio Termo, do Chuva Negra. Amo o quase pop New Wave [2007] também, mais que o Transgender Dysphoria Blues inclusive, mas pra este 2014 foi um disco e tanto. Laura Jane Grace escancara seu coração de uma forma que me soa muito sincera. Queria um encontro de Laura e Laerte, fico brisando numa HQ punk rock com duas personagens, Laurete e Laertaura, um duo punk trans, sabe? Loco!

De Leve – Estalactite [mcdeleve.com | deleve.bandcamp.com/ | facebook.com/mcdeleve]
É hard o corre, de Nikity City, De Leve FELIZMENTE voltou. Pegou a vida de ponta cabeça com o diagnóstico de autismo do filho e transformou em letra. As rimas continuam afiadas, irônicas como a vida é com a gente. O eterno retorno. A lenda voltou, falou de fumaça também, de um jeito leve, sem parcimônia, com amônia. Inclusive no EP ele joga a vera e samba na cara dazinimiga. Viemos Pega Mulé tem participação de DJ Castro e, acho que, de Caramujo Sonolento também. O De Leve tá nas minhas listas de melhores desde 2000 e sempre – a rima dele não é CCE é Brastemp!

Morto Pela Escola – Perigo Nas Ruas / Ao Vivo [mortopelaescola.bandcamp.com | facebook.com/mortopelaescola]
Cara, Morto Pela Escola, cara, Norvana! Rock punk, veloz, sujo, feinho, tadinho, mas lindo aos meus olhos/ouvidos. Dois lançamento na minha lista, a K7 Perigo nas Ruas com quatro belas skatadas na cara da sociedade. Mais uma vez letras curtas e grossas, que me fazem gostar demais da conta desses ex-jovens. O outro play é Ao vivo no Bar Pós​-​Graduação em Vila Velha/ES (29​/​05​/​2011) com 21 minutos de tensão hardcore e descontração marota canela verde. Como disse antes, o barato é loco e ao vivo o processo é rápido. Tenso. Phil Vane sorri em algum lugar; Morrissey chora; Tim Maia pede retorno, eterno.

Evil Idols – Last Call [evilidols.bandcamp.com |]
De Curitiba/PR para qualquer boteco em qualquer lugar do mundo. Evil Idols é garage punk’n’roll cervejeiro, sabe? São 11 canecos cheios de riffs, fuzz, cowbell e sinceridade bêbada. O lance é apreciar tipo cerveja artesanal, sem se importar em postar no Instagram, mas saborear a parada mesmo, acho até que por isso saiu em vinil [duplo lindo colorido em tiragem limitada de 300 cópias que já devem ter acabado]. Você não tem? Nem eu, a gente fudeu! risos. [ATUALIZANDO: eles disseram no Facebook que SIM ainda têm, CORRA: CARA.com/evilidols]

Test – Balão de Azar [facebook.com/testgrind]
São só dois sons em um flexi disc 7 polegadas onde João Kombi [guitarra/voz] e Barata [bateria] mostram que em apenas dois são mais brutais que muitas bandas juntas. Quase Capetão tem letra de Marcelo Appezzato [HUTT] e solo de guitarra de Bernardo Pacheco [Elma], e Direção Desastre, letra de Tomás Moreira [Paranóia Oeste]. Violência sonora, vandalismo do it yourself e metal dasrua, de quem faz seus próprios corres, tá ligado?! Acho que tinham que fazer calças de moletom do Test, sei lá, eu acho.

Renegades Of Punk – EP Espelho Negro & Split Nuvem Passageira com Ornitorrincos [therenegadesofpunk.bandcamp.com/ | facebook.com/rop07]
Tropical punk de Aracaju, gosto muito. Além desse formato roqueiro de trio, o ROP tem uma energia própria – e isto é sentido nas letras. Circle pit de pés descalços na areia, que voa nos olhos, machuca, mas é o preço da liberdade. O vocal espevitado da Daniela tem um quê de L7, uns gritos trêmulos que arrepiam, ainda mais por ser em português. Espelho Negro me parece menos tropical, mais nublado, mas altamente indicado pra boas ondas! O K7 com os gaúchos Ornitorrincos [ornitorrincos.bandcamp.com] tem aquela pegada split costruta: cada banda toca um som inédito, faz um cover da outra e rola de bônus uma versão de Nuvem Passageira, tropicalismo gaúcho setentista de Hermes Aquino. Ganhei minha versão física, tanto do vinilzim quanto da fitim, punk ostentação! risos ROP me lava mais a alma que banho de mar – sou paulistano, entenda, praia não é bem minha praia – mas isso não tira de jeito nenhum o mérito de Dani, Ivo e João.

Rancid – Honor Is All We Know [rancidrancid.com]
Rancid é Rancid. Procure saber.

Criolo – Convoque Seu Buda [criolo.net]
Gosto do Criolo, gosto das letras dele. Não sei se entendo muito a postura dele fora do palco, mas conheço algumas pessoas que trabalharam com ele ou tiveram algum contato profissional que elogiaram muito a conduta dele – inclusive com os fãs. Amo Adoniran Barbosa, meu avô materno me viciou nesse artista único, e acho que o Criolo tem uma veia de Adoniran, ele constrói personagens, dá vida a eles, sotaques e emoção, e depois disso fica ~fácil~ contar suas histórias. O Criolo começou sua trajetória como rapper e virou um contador de histórias sob bases afrobeat, reggae, samba, enfim, música brasileira, música urbana.

Far From Alaska – modeHuman [farfromalaska.com | facebook.com/FarFromAlaska]
Gostei bastante da estréia dessa banda de Natal/Rio Grande do Norte, quando comecei a ouvir não conseguia mais parar. O Far From Alaska tem o peso de uma banda stoner, sem ser stoner, e a delicadeza de uma cantora pop, sem que Emmily Barreto seja uma. Percebe-se que bebem em boas fontes, são novos, têm sede, como bons alunos fazem a lição de casa e ganham estrelinha na testa. Me pego cantarolando partes de músicas, mais até as melodias, já que não sei as letras. Acho que a banda vai longe – inclua aqui seu trocadilho com Alaska. beijas.

Menção honrosa e/ou horrorosa: Mukeka di Rato – Hitler’s Dogs Stalin Rats [onerpm.com.br | deezer.com | itunes.apple.com]
O disco não saiu oficialmente em 2014, mas já tá aí pra streaming. Participei do disco, mil vezes mais como observador na gravação que nos backings berrados que fiz com eles. O Mukeka é uma das minhas bandas nacionais prediletas e me surpreenderam DEMAISDEMAISDEMAISDEMAIS desta vez. A experiência deixou eles ainda mais brutos e gravaram suas canções mais pesadas destes quase 20 anos de conjunto. Boto fé que Fernando Sanches foi um quinto Di Rato e arrancou o melhor deles, que tava guardadinho em algum canto daqueles corpos horríveis, e deixou a sonoridade estalando – a bateria tá coidiloco. Seja em português, inglês, italiano ou espanhol, o barato é loco e o processo veloz demais, bicho! Tem Giulio [Cripple Bastards] e João Gordo [Ratos de Porão] pra engrossar o caldo da moqueca – bicho, trocadalho podre, perdão Jah!

Bônus: Crew Oslo – There’s No Love In SP [crewoslo.bandcamp.com]
Genial. Trocadalho com a Noruega, o niilismo de Criolo se encaixa perfeitamente no black metal true false. Essa letra é linda [relembre o post que fiz] e acho que esse tom sombrio dela, ainda que de brincadeira, deu um cinza mais poético às rimas! ~Os bares estão cheios de almas tão vazias~ pra mim tem o peso de um iceberg!

brinde

Lembrem-se, isso é gosto pessoal, não é verdade absoluta. Vou adorar saber a lista de vocês nos comentários, que discos mais ouviram? Comentem, recomendem, suas listas são tão ou mais importantes que a minha e de qualquer ~mídia~
Acreditem!

maileiryca01

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mileyheavy

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comentários

38 thoughts on “Lista chiveta – Discos 2014

  1. O God tocou sim, foi a minha produtora que trouxe. Mas não foi por isso que eu indiquei, até porque a maioria das paradas que a gente faz eu nem curto o som. Estamos reformulando nosso site, quando estiver no ar eu dou um toque pra você transar o nosso trabalho. haha

  2. Valeu pelas dicas Tibiu, tô tão enferrujado com coisa nova q tô aproveitando as listinhas de fim de ano pra me atualizar.
    Esse novo do MDR é coisa linda de deus. Mais um motivo pra lembrar pq amo aqueles ratos imundos.

    Esse chuva negra aí eu tenho que dar uma chance pra ele, pois todo mundo fala bem e eu só achei normal das poucas vezes que ouvi.

    • legal, Anderson, tomara que curta algo da lista, que conheça algum disco que faça a diferença pra você 🙂

      Aqueles malditos MDR tão num pique monstro demais!!

      ah, isso é normal, não só com Chuva Negra, tem bandas que uns se identificam muito e pra outros não rola, normal 🙂

  3. Far from Alaska é fodão!

    O novo do Mukeka vou ouvir com calma ainda, mas parece que tá desgracento de bom.

    Este ano ouvi muito o “Stay Gold” do First Aid Kit. Nada a ver com o resto, mas não menos foda.

    Abs

  4. …bateu revolta com o mundis injusto fazendo essa lista? rsrs
    mas eu concordo q o Zander merecia todas as famas possíveis. E esse Brody Dalle é mto bão o som. Nao conhecia já to ouvindo aqui. Um soco na cara do foo fighters.

    • revoltinha básica, Christiano ahahah

      ando falo isso do Zander, mesmo uma galera que não curte concordou até, acho que eles tinham que ser tão grandes quanto um NX Zero da vida, sei lá…

      aeeeee, legal saber que curtiu a Brody, esse último do FF tá muito com cara de rock de tiozão cansado de rock já!

  5. Cara, tirando a Brody, o Far From Alaska, o Morto pela Escola (gosto de todos, mas não ouvi detalhadamente os discos) e o Criolo (que nunca dei uma chance, sendo bem sincero, hehehe), acompanho total a sua lista, acho que acrescentaria só o Statues On Fire e o Século Sinistro do RDP..
    Ouvi muito o do Chuva Negra esse ano também, muito foda esse disco, gosto dele todo, mas tem umas 3 músicas ali que escuto quase todo dia!
    Ultimamente, não paro de ouvir o do De Leve e o do Racionais..
    Achei animal e bem diferente esse do Mukeka, sujão, me surpreendeu, esperava outra parada, quando sair em cd vou adquirir, com certeza..
    P.S: Também nunca consegui gostar de QOTSA, já até dei várias chances, mas não rola, hehe..

    • que legal, Arthur!
      lembro que vc me falou isso do Criolo, ahahha eu entendo!

      não ouvi com atenção o Statues On Fire e nem o RDP, mas preciso conferir com calma!

      esse disco do Chuva Negra me representa! ahahah o Chinho já leu ali e disse que posso beijá-lo, tá liberado! ahahah mas sei como é, tem umas músicas que quando toca dá um gás na vida mesmo!

      eu tb tenho escutado muito o De Leve desde que saiu e mais ainda o Racionais!

      acho que o Mukeka se superou nesses sons!

      já dei chances demais pra QOTSA, Mastodon, sei lá, umas bandas que sei que não são ruins, pelo contrário, mas que ouço e não rola ahahha

  6. Cara, a trinca punquezinha melódica Arc-Over/Pense/Chuva Negra me fez a cabeça durante este ano, especialmente Pense.

    Disco foda esse do Rancid, sem som de suspensórios do Lars ou esquisitices do Timoteo Braçoforte. Apenas Rancid, ta bom pra mim.

    ódio eterno ao Rap. Curto Rap de disco de HC, me julguem.

    Bixo, a Brodizinha mandou bem nesse som, indo atras do disco todo.

    Cara, a sonoridade do novo Mukeka ta animal, mas o lance do inglês vai colocar eles na vala das bandas comuns. Eles em português destroem, mas aqui nem inglês ficou normal. Nas demais línguas continua destruindo.

    Legal se a Sandy despirocasse como a Miley “nossa musa ” Cyrus . Né não?

    • que legal ver que as bandas que mais ouviu são nacionais, né? eu conforme fui fazendo a lista e reparando isso fui ficando bem contente! 🙂

      Rancid é Rancid, Braçoforte CARA! ahahah

      ouça o disco todo da Brody com carinho, coisa linda!

      entendi o que disse do Mukeka, não tinha pensado por esse lado, mas acho que foi em vários idiomas esse disco por ser meio ~temático~ de guerra e tal, mas concordo que em português é onde o bicho pega mesmo!

      adoraria que a Sandy virasse uma Miley, mas agora que ela teve filho acho que não vai acontecer tão cedo #chatiado ahahaha

  7. Bicho, que listassa! ROP, Leptos, Mukeka novo (que tá um porrerio lindo), Rancidão, Against Me!… Só o fino de 2014! Não parei de ouvir nenhum desses também… Fora que TEST é TEST, né? Esse EP e o Arabe Macabre rolam pelo menos uma vez por semana aqui em goma.

    Não sei se chegou a ouvir o “Whoop Dee Doo” do The Muffs (meu predileto do ano) e o “…nowhere”, da Sky Down, aqui da região do ABC. Coisa fina!

    Não cheguei a ouvir o Chuva Negra, vou buscar aqui. Um amigão meu também pirou no disco deles.

    • pohan, Testa, Test é lindo demais mesmo! <3

      eu ouvi o Muffs, é bonitinho, mas acho que eu esperava mais 🙁 fiquei uma semana ouvindo e depois dei uma enjoadinha 🙁
      o Sky Down vou ouvir com atenção, esses meninos mandam bem mesmo!

      • Rapaz, te dizer que o Muffs me pegou de jeito, viu… Acho que eu tava com muita saudade deles. O Sky Down é massa demais. Bons jovens, adoram transar uma bibida, não tem nem erro. Fiquei brisando nessa lista ontem e separei aqui alguns outros discos que andei ouvindo por demais nesse ano, veja aí se lhe apetece:

        – O da Brody não parei de ouvir tbm… Tá lindo, assim como ela.
        – Os Excluídos – Meus Dilemas
        – Dopelord – Black Arts, Riff Worship & Weed Cult
        – Lost Society – Terror Hungry (dica de vossa senhoria)
        – The Dwarves – The Dwarves Invented Rock N’ Roll
        – Adolescents – La Vendetta
        – The Shrine – Bless Off! (outra dica sua hehehe)
        – OFF! – Wasted Years
        – Ratos – Século Sinistro (ta foda.)
        – Masked Intruder – M.I.
        – Rotentix – Segunda Divisão

        E o troféu de canção do ano vai pros mestres do #metalmaconha: SLEEP – The Clarity

  8. ninguem me perguntou mas vamos lá. Não fiz lista mas a sua me representa.
    Racionais, De Leve, Body Count para começar.
    Brody e Chuva Negra não sacava, fikou a dica.
    Zander; Maguerbes, fi; Leptospirose; Morto Pela Escola; Test e Renegades Of Punk são coisas lindas criadas pela mão do homen.
    Convoque seu buda é legalzim.
    Rancid e Far From Alaska eu dispenso.
    Crew Oslo foi o melhor black metal lançado nesse 2014

    • pô, Rustoff, aqui é sua casa, ninguém precisa perguntar nada, nem pra você e nem pra nenhum leitor/camarada 🙂
      tomara que curta a Brody e o Chuva Negra, gosto demaisdemaisdemais desses dois discos!! 🙂
      como a mão do homem andou criando coisas lindas, né? 🙂

      primeira vez que vejo alguém dispensar o Rancid acho, mas adoro quando esse tipo de coisa acontece porque NADA é e nem deve ser unanimidade 🙂

      Crew Oslo, melhor horda de 2000 e sempre ahahah

  9. Olha eu ~estreando no coments~ Tibiu, pra mim, a lista desse ano de imediato é meio curta pq to viciado em 3 discos: Século Sinistro do RDP, Sequencia Animalesca de Bicudas e Giratórias do DFC (que era pra mim o melhor de 2014) e agora o Hitler’s Dog (que virou o melhor pra mim automaticamente, e é até meio suspeito pq o MDR é minha banda favorita). O do Rancid tb achei mt massa, me surpreenderam. O do Leptos ta muito bom tb. Ano bom esse!

    • pô, que legal, Nelson! seja bem-vindo e volte sempre 🙂
      eu não ouvi com atenção ainda o Século Sinistro, mas tenho certeza que tem coisa fina ali!!
      musicalmente até que foi um ano bom mesmo 🙂

  10. Porra, Tiba. Além de você ser um amigo que eu amo, eu amo ler esse Blog.

    Essa frase: “já tenho hardcore suficiente em meu cotidiano pra aturar discurso fake de banda de playboy” é linda e maravilhosa.

    Citar, Criolo, Racionais, De Leve, Far From Alaska, MDR você mandou muito bem.

    Ah, eu tenho esse Evil Idols. Ainda bem que o golpe do Mozine de ter me vendido esse disco, deu certo.

    Beijos. Te amo.

    • pohan, nigga, assim eu me emociono 🙂

      essa frase vem na minha cabeça cada vez que recebo um email, link, msg de banda de hardcore/punk, juro, e algumas pessoas vieram me falar que concordam plenamente, o que me deixou aliviado – achei que fosse nóia da minha cabeça.

      coisas lindas essas que você citou! Mozine é lindo também, mas só por dentro, ele é bem feio por fora, tadinho.

      te amo, querido, saudades master! <3

  11. Primeiramente gostaria de me justificar(não acho esse problema legal não) de uns tempos pra cá consigo ouvir cada vez menos lançamentos(até das bandas que gosto) mas sempre to dando um confere e posso dizer, porra Tibiu acertou em cheio: Cores e valores, O novo body count, estalactite, tatuagem de coqueiro, convoque seu buda e Honor Is All We Know só pedradada da melhor qualidade….

    • é engraçado isso, né Riva, mesmo as bandas que a gente gosta/acompanha, acaba não batendo tanto assim com coisas mais novas.
      Legal que curtiu bastante coisa da minha listinha de prediletos do ano! 🙂

  12. Tibiu, boa lista! Tatuagem de Coqueiro é realmente algo extraordinário cara, que disco é aquele, com certeza foi o que mais ouvi neste ano. Mas recomendo para sua lista o EP da banda Regredidos do Macaco que é algo psicodélico e rústico!

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