seria o fim do chiveta?

olar juventude do meu Brasil!

seguinte, muita gente andou perguntando sobre quando o chiveta voltaria e tô aqui para dar uma atualizada e esclarecida.

gravei alguns vídeos explicando, o que fiz ontem eu ~quase~ gostei, mas achei melhor poupar vocês da minha face medonha. Risos.

bom, não sei se leram no site Ego ou na Revista Caras, mas tô passando por um período de transições na minha vida e, querendo ou não, isso acaba refletindo por aqui – seja nos posts ~engraçados~ ou mesmo nos musicais; isso porque, acreditem, eu sou um ser humano e além de no momento o tempo estar muito escasso, o cérebro tá fritando a mil com tantas mudanças e coisas envolvidas.

o chiveta não tem fãs, tem parças, algumas pessoas se tornaram até bem próximas, mesmo ~escondidas~ nos mais afastados cantos do país – e acho isso um ponto mais do que positivo. Uns vão, uns voltam, uns somem, outros morrem, uns sempre estarão presentes aconteça o que acontecer, enfim, essa é a vida e nestes nove anos de blog não foi diferente.

talvez muitas coisas mudem por aqui, ao menos neste momento, reflexo da minha caótica vida pessoal [que reflete na saúde física que andou fuckin’ cagada – valeu quem se importou e perguntou a respeito!], mas se tudo der certo [e talvez não dê, orem!] as coisas irão se normalizar [ou não].

ó, segunda-feira vai rolar um post sobre um festival bem legal com uma causa nobre que um parça me procurou para divulgar – fiquem de olho.

depois disso, além da minha mudança, não sei dizer o que o futuro me reserva.

mas, talvez o chiveta fique [bem] menos engraçado, talvez fique [bem] mais pessoal e eu não sou [nada] engraçado, quem me conhece bem sabe disso. Talvez eu grave vídeos, como muita gente tem ~pedido~, mas [bem provável] talvez eu grave e ache uma merda e não publique. Talvez eu faça um fanzine físico na pegada do descafeinar que fiz em 2014, mas menos gourmet porque aquele PRECISAVA ser gourmet para ironizar a tendência das publicações independentes que andava vendo. Talvez eu pegue carona no anúncio do Hangar 110 e este seja o último ano do chiveta [ao menos do modo como ele é/está hoje] – e, confesso, este é o talvez mais certo até então.

Joey Ramone Chiveta

2016 foi um ano horrível, né, e 2017 tem tudo para ser pior. “Não há nada que está ruim que não possa ser piorado”, dizia o finado pensador Ricardo Tibiu. Segredo: a gente até queria, mas não tem o PMA.

Agradeço de coração às pessoas que entraram em contato perguntando sobre a volta dos posts, às que sempre participam de alguma forma [seja comentando aqui, nas redes sociais, ou até diretamente pra mim] e agradeço a existência de Valeriana Officinalis. #ficadica

Obrigado também a quem me indica para trampos, frilas e afins, de verdade – continuem, por favor!

O bagulho é loco e o processo é lento [ainda mais se você usa transporte público pra se locomover], mas, como diria o poeta, tamo aí natividade!

Valeu, gente, beijo na alma de vocês! Booyah!

27 thoughts on “seria o fim do chiveta?

  1. Pingback: o Läjä Festival Vol. 1 vem aí!chiveta

  2. Chaveta e afins sempre foram um enigma massa desconhecido pro meu mundinho normalóide. Fará falta se faltar. Bosta é que o medo é o maior inimigo das transformações… fé aí, tem um povo que te considera pacas. Bj!

  3. Poxa parceiro, estou sempre te acompanhando e torcendo por voce, mesmo distante aqui no sertão pernambucano o velho rabugento sempre busca noticias suas… fica na paz e qualquer coisa é noise!

  4. As coisas estão bem caóticas por todos os lados… Espero que melhorem, a gente precisa que melhorem. Fica bem ai, mig! Até a próxima! Se cuida ai! Fique bem! Valeu *:

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