o primeiro Läjä Festival foi assim

Diante de tantas transformações da indústria fonográfica, quem diria que o selo mais tosco que nosso país pariu estaria completando 20 anos em atividade?!

Se reinventar e se adaptar às novas formas de comunicação, fez com que a Läjä Records mantivesse seu público antigo e conquistasse um novo – independente de uma pequena parte dele sequer saber o que é Mukeka di Rato, mas ostentar um boné do Crackinho [dê uma volta na Linha Verde do Metrô em São Paulo e comprove].

Com criatividade, o empreendedor Fabio Mozine dribla a crise e se destaca no cenário alternativo – esta seria a chamada de qualquer mídia babaca. Tem um fundo de verdade, mas prefiro dizer: a favela venceu!

Dos predinhos de Coqueiral de Itaparica, em Vila Velha, para virar referência em música underground mundial, a gravadora saiu de um monte de CDs debaixo da cama do Mozine no apto dos pais dele para ser coroada com um festival de dar inveja a qualquer um desses hypados que os jornalistas [pseudo] descolados gostam de fingir que foram transados.

O blog chiveta pegou carona no ônibus que saiu de São Paulo e levou as bandas para celebrar a música rock independente no Correria Music Bar, em solo capixaba, no dia 17 de Junho.

Enfim, para quem queria saber, o primeiro Läjä Festival foi assim


[colagem & fotos por um tal de Ricardo Tibiu]

Sexta-feira, dia 16, às 18h em uma saída X do Memorial da América Latina, na Barra Funda, basicamente era isso o combinado – cabe aqui dizer que havia uma mensagem hilária de Mozine via Whatsapp com as recomendações de como se [com]portar no busão, acreditem.

Informações confusas sobre o local, mas quando desembarquei com os Leptos e logo encontramos os uruguaios Motosierra, sem querer criamos um ponto de encontro alternativo que coincidentemente realmente era perto do Locabus preto, nosso caveirão na guerra do rock underground raiz contra o indie hipster Nutella. [Serginho registrou abaixo]

Putos de palometa!

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Vamos lá, saímos de SP: a banda uruguaia Motosierra e o trio cearense Facada de fora, Leptospirose que veio de carro de Bragança Paulista [e ainda me cruzou no caminho e me deu carona], Deb And The Mentals, Lomba Raivosa! [mais Barbudinho], Water Rats, Japonês do Merda e Lo-Fi – mas paramos em Lorena [acho que era, não sei mais dizer, me esqueci, sério!] para pegar o baterista deles.

Já que Marcelo nos aguardava em um posto de gasolina, ele ficou com a missão de comprar cerveja para abastecer a massa roqueira, seu parça de conjunto Rogério passou o chapéu e juntou vários golpinho$ – que deu para comprar MUITA cerveja [da mais barata que nem cabe aqui citar a marca e que foi devidamente colocada numa lata de lixo – acreditem! – com gelo] e salame como petisco [não me perguntem qual, pois não como carne há mais de 20 anos então não posso estar opinando quanto a isso]. Marcos Motosierra doou R$50 [não deixe a cerveja acabar nunca, ele bradou] e disse que roubou a nota de alguém na Crackolândia, tive que perguntar qual delas, já que nosso perfake Doria espalhou ela por diversas ruas.


[Caveirão do rock torrando no sol tropical]

Vale dizer que nosso monitor da excursão foi Alexandre Capilé, do Water Rats, que chegou a fazer uma “chamada” antes da partida com uma lista que trazia os nomes reais oficiais de todos nós – nem lembro quando havia sido a última vez que tinha ouvido meu nome completo [tibiu é apelido, gente] ser dito em voz alta.

Ah, contei que tinha um cachorro no ônibus? Acreditem, tinha! E Cosmo, o cão, sem dúvida alguma foi o animal mais comportado durante a viagem toda.


[foto roubada de algum Instagram, acho que o do Mozine, não lembro mais]

A cerveja duvidosa estava devidamente gelada, a turma do fundão animada, ali em frente ao banheiro montamos uma área de lazer que o que não faltou foi assunto e risadas, tudo embalado pelo celular de Carlos James, do Facada, a quem apelidei de D-James por atuar como DJ com um set que ia de Depeche Mode a Napalm Death, passando por Pet Shop Boys, Suffocation e Mayhem. Sem nunca tê-lo visto pessoalmente, a primeira coisa que fiz foi chamá-lo de Jame’s Addiction, em referência à bela banda de Perry Farrell por quem tenho grande apreço.

Entre a fauna reunida [nem o IBAMA seria capaz de juntar tantos animais, foi uma piada constante], Marcos Motosierra era um dos mais animados e também o responsável por reinvindicar o wifi do ônibus aos motoristas quando tava lento ou sem [ou seja, muitas vezes], quase sempre escalado pelo nosso Mestre Quique Brown – a quem o hermano fazia muitas brincadeiras por este ser um “político” – para mim, um eterno ícone de estilo, até porque poucas pessoas podem se dar ao luxo de usar tie dye sem cair no ridículo, vide foto abaixo.


[#lookdodia #divo #HOMÃODAPORRA #tendências]

Rumo ao Rio de Janeiro onde fomos ~resgatar~ Os Estudantes, a galera foi começando a ser vencida pela cerveja, talvez a fumaça vindo do banheiro, a correria da semana ou o peso da idade mesmo, mas quase sempre havia gente acordada – posso afirmar isso porque sou daqueles que raramente/infelizmente dorme em viagens.

Eu deveria ter escrito esse texto assim que cheguei, não lembro nem o que almocei ontem, imagine detalhes da viagem de mais de 10 dias atrás, mas posso dizer que as paradas eram divertidas…


[nem o IBAMA seria capaz de juntar tantas espécimes de animais]

…mesmo a gente sendo assaltado pelos Graal e postos de beira de estrada com seus preços abusivos.


[postei essa só pra mostrar meu #lookdodia lacrante, mores]

Enfim chegamos à Vila Velha, fomos deixar as coisas no hotel, e após isso tirar a barriga da miséria no Alcides Carnes Y Tragos [instagram.com/carnesytragos].


[Sigan Mamando; Alcides y Dieguito]

Foi engraçado ver a excitação da galera falando do Alcides, figura que conheço desde os tempos de internet discada & Baile Bom no Mirc e quem tenho uma amizade há mais de 15 anos com direito a muitas aventuras e histórias que não vale contar aqui porque seria muito piada interna e isso é chato, gente!


[ajoelhei e orei diante de Larry David & Beastie Boys]

Os carnívoros amaram o local, inclusive os uruguaios se esbaldaram e aprovaram as iguarias, e eu como ~minoria veggie~ posso dizer que as opções destinadas aos amantes dos animais eram deveras saborosas – isso sem falar na decoração despojada do recinto, o que não me espanta porque sei do gosto requintado de meu velho parça Junim.


[os uruguaios se instalaram na parte de fora do Alcides]

Barriga cheia, fauna alimentada!

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Agora #partiu descarregar as coisas no local do show e posteriormente ir à praia, dormir, tomar banho, enfim, cada um ao seu modo recarregar as energias para encarar o Läjä Festival.


[#selfie na Praia de Itaparica com meus queridos amigos Paulista & Serginho]

Infelizmente eu e meus parças de imprensa [Tenho Mais Discos Que Amigos e Vice] perdemos as bandas locais que foram escolhidas no concurso e abriram o evento. Mas pelo que averiguei com quem conferiu, um deles foi Paulista, do Mukeka di Rato, me disseram que Blackslug [ouçam: lesmapreta.bandcamp.com] e as meninas do Whatever Happened To Baby Jane [mais delas: facebook.com/whtbj], mandaram muito bem.

Era a vez de começar a maratona musical da galera do busão e o Lomba Raivosa! foi a responsável por dar o pontapé inicial. Bubblegum, punk rock podre, baixo de machado, melodia e a energia de quem quer conquistar seu espaço no coração dos roqueiros brasileiros. Muito orgulho destes jovens!


[juventude raivosa com dor na lombar pós-busão]

César Passa Mal, dos Lomba, levou uma Tekpix e fez esse vídeo abaixo que serve como uma pequena amostra lícita do que ele conferiu – o que ele fez no banheiro ele não mostrou. risos.

Na sequência o também trio, Lo-Fi, foi responsável por juntar uma galera cabeluda na beira do palco que se prontificou ao bate cabeça – na porta do Correria uma placa dizia ali ser O Reduto dos Camisas Pretas. Hardcore com fuzz e psicodelia, botas estilosas com bico fino, pegada punk e country se fundem e, como outras vezes que os vi ao vivo, é difícil não se impressionar com o barulho que eles fazem.


[quase gostei dessa fota, porém o #look deles tá ahazo como sempre]

Por falar nisso, quem veio depois foi o Leptospirose e, porra, o que falar?


[João Guilherme preocupado com o obediente Sergio Eduardo e sua mão manca]

Serginho, o baterista obediente, estava com o dedão recém operado após um acidente futebolístico, o que fez ele encaixar a baqueta de outro modo na mão – haja gambiarra/jeitinho brasileiro e, claro, muita garra! O carismático Quique Brown comanda a galera e o baixista Velhote é um dos instrumentistas mais surreais que já vi de perto. Encerraram a performance mandando Sailin’ On, do Bad Brains, convocando um desavisado Alex Vieira [baterista do Merda] que assistia no canto do palco e acabou entoando o hino PMA. Coisa linda de Jah!


[I’m moving, yeah, I’m moving on, Sail on, sail on, sail on]

Momento Girls to the front: Deb And The Mentals no palco, hora de pausar o hardcore e deixar o rock tomar conta do ambiente.


[hashtag sem filtro, e sem foco também]

A sonoridade noventista, aliada à potência vocal de Deborah Babilônia e a pegada do grupo, dão uma atmosfera convidativa à apresentação. Minha favorita é Do It Now, presente no disco Mess que acaba de sair, uma música deveras cativante e Deb foi, literalmente, pra galera. ps* como #blogueira de moda e #tendências tive que eleger a camiseta que ela usou como a mais phoda do festival: Madonna, Like a Virgin World Tour, pohan!!!


[era pra dar pra ver a Deborah na galera nessa foto, mas não deu!]

Hardcore punk de volta ao Läjä Fest, senhoras e senhores Os Estudantes!


[aluno mostra ao professor que fez a lição de casa]

É lindo ver a urgência das canções deles nos EPs, splits e no sensacional Pedras Portuguesas Na Sua Cabeça [2013], mas ao vivo vou te dizer, juventude, que o frontman Vitão e seus trutas conseguem deixar tudo ainda mais sangue no zóio! Hardcore em português [adoro as letras, #ficadica quem quiser prestar atenção!], banda eletrizante, público pogando, enfim, um baita show!


[era pra dar pra ver Vitão na galera nessa foto, mas não deu!]

Hora do dono do fest largar a correria de produção, virar “artista” e subir ao palco: Mozine e sua guitarrínea de brinquedo, Merda sob os holofotes.


[a foto do Merda ficou uma merda #trocadalho risos]

Alex marcando o tempo e Japa endiabrado na performance, seja empunhando seu baixo ou assumindo os vocais. Entre sons já tidos como clássicos até os mais recentes, de Descarga Adrenérgica que acabou de sair, o repertório tava completinho. Fiquei pensando e acho que esta foi a apresentação mais redonda que já vi deles.


[hashtag sem filtro, e sem foco também]

Pés nos retornos, cabelos esvoaçantes, mãos formando chifres no ar, duas guitarras em ação [a única do fest neste formato] e rock com hardcore saindo dos falantes, este é o quarteto Water Rats dando seu recado. Volume alto e energia a mil, o quarteto destila influências de Black Flag e Nirvana, e o público parece se envolver, mesmo quem aparentemente não conhece os caras. Ponto pra eles!


[T-O-D-A-S as minhas fotos do WR ficaram borrões, DSCLP!]

Hora da brutalidade tomar conta do recinto [aliás, que lugar bacanudo pra shows, espaço fechado pra apresentações dividido com ao ar livre pra dar aquele respiro e sentir a brisa de Vila Velha, atravessando a rua você está na praia, gente!], enfim, FACADA!


[essa luz, só pode ser jesus, diz aquela canção]

Sim, em CAIXA ALTA porque tá aí uma banda descomunal. Daqui alguns dias Scum, do Napalm Death, completará três décadas e se tem alguém mantendo a chama do grindcore [com traços crust e pitadas death metal, diria o sommelier] é o trio de Fortaleza. Preciso confessar que foi meu show predileto – com direito a participação espAcial de Sandrinho, vocalista do Mukeka.


[FACADA-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH]

Ah, vale destacar a versão de Sailin’ On [segunda da noite, haja PMA, mores!] com o monstro Velhote no baixo – meu parça local diretamente dos anos 90 e dos tempos de fanzines, Allan Kardec estava trampando na produção do palco e registrou em vídeo esse belo momento – mas acabei de ver que o Instagram dele é privado e não dá para compartilhar aqui. #chatiada


[hashtag sem filtro, e sem foco também]

Uma figura zebrada entra em cena e é Marcos à frente dos uruguaios Motosierra para manter a energia da, aquela altura, madrugada.


[na fauna do busão o rei dos animais é uma zebra]

Quem já teve a oportunidade de conferir de perto sabe que o fronthermano é de uma demência digna do auge de Iggy Pop & The Stooges. O cara não para um minuto, provoca o público que responde, seja tocando suas partes íntimas ou tirando fotos [e ganhando lambidas de volta].


[foto razoavelmente boa, dá pra ver todos da banda!]

Rawk and roll energético com músicos de qualidade [alguém me disse que o baixista Leo tá tocando no Boom Boom Kid e que deve voltar ao Brasil em breve] com uma verve glam rock – vide o traje de Marcos [que ficou de bunda de fora] ou a cabeleira Marc Bolan do guitarrista Juan.


[nossa zebra provavelmente escolhendo uma presa para atacar]

A coroação hard rock com punk veio inclusive na versão de I Got Erection, clássico dos anos 90 dos noruegueses Turbonegro. Ah, em um determinado momento um maluco invadiu o palco e mordeu a canela de Marcos, eu estava perto d’Os Estudantes nesse momento e foi engraçado notar a reação deles quando perceberam que se tratava de Vitão, seu vocalista, ali na atitude punk canibal.


[hashtag sem filtro, e sem foco também]

A relação do Motosierra com nosso país é tão forte que eles gravaram uma belíssima canção EM PORTUGUÊS e que acaba de ser disponibilizada no Bandcamp: O Pelukão, que letra, hein juventude?!

Ouçam também Se Acabó El Confort, versão deles para esse hit obscuro dos anos 80 da banda conterrânea Polenta, cujo vocalista além de ser tio do nosso amigo puto Matias Picon [instagram.com/matiaspicon], vive em Santos e se juntou aos hermanos na versão paulista MEO do Läjä Fest.


[registro de Rogério Japa. Mais: facebook.com/rogeriojapafotografia]

Os locais Muddy Brothers fecharam o festival e mostraram o motivo dessa responsa: depois de tanta barulheira, principalmente após a sequência Facada e Motosierra, nada como um blues rock para fazer a galera viajar pros anos 70 num túnel de fumaça e cerveja gelada.


[eu quase achei boa essa foto, mas sei lá]

Não era o Led Zeppelin ali, mas Frank Zappa diria que daria para imaginar Robert Planet [como Quique me disse que Frank Zappa se referiu a Plant em um som] soltando a voz.


[nos vocais, o orgulhoso pai do Cosmo, nosso animal mais bem comportado]

Ah, havia um espaço onde Crackinho nos recepcionava e foram documentados depoimentos sobre a Läjä Records, provavelmente eu devo ter dito alguma bobagem porque sempre que dou entrevista quando desligam a câmera percebo que poderia ter falado melhor – a verdade é que me lembro de conhecer Mozine talvez antes de a Läjä existir e se Jah quiser disse algo do tipo. Finda o momento entrevistado recebo uma belíssima cerveja jamaicana Red Stripe, não conhecia, mas já te curto pacas! Ela fazia parte dos seletos patrocinadores do evento ao lado de Alcides, grife Blunt [bluntbrasil.com.br] e o Veganza Empório Vegetariano [instagram.com/veganzaemporio] – inclusive, um beijo ao querido Thiago!


[achei quem fotografe pior do que eu; foto horrível por Paulista]

Valeu demais encontrar as tantas pessoas amigas que tenho o prazer de ter em Vila Velha, não vou ficar citando nomes, mas teve gente que foi lá só pra encontrar comigo, pohan! E um muito obrigado à juventude que eu não conhecia e me abordou com a engraçada pergunta “você é o chiveta?” e falou que curtia o blog e/ou era “fã” – “fã” não, gente, sério, fala que é parça, que é nóis!

O público era um espetáculo a parte, juventude eclética, sabe aquela música do Mukeka? Tipo ela: punx, straight edge, crust libertário – tipo isso!


[hashtag sem filtro, sem foco e sem Benflogin apesar das luzes]

Inclusive, na minha humilde opinião faltou o Mukeka no fest, quem sabe no próximo!

Depois de um café da manhã no hotel, misturando ressaca coletiva com fome, cansaço e imaginar mais 14 horas dentro do busão, era hora de encarar a estrada novamente.


[segundo Laura, CEO da Läjä, Vila Velha sendo Vila Velha]

Numa das paradas-assaltos para comer, tivemos a infelicidade de assistir justamente o trecho do Fantástico onde passava o futebol e dividimos nosso ódio à Tadeu Schmidt e os malditos cavalinhos do Show da Vida – a Rede Grobo consegue a proeza de nos fazer ter raiva do esporte bretão – haja chá pra acalmar.


[não era 4:20, mas no banheiro do ônibus quase sempre era]

Na penumbra da noite criamos o De Frente com James, talk show intimista e despojado que certamente agradaria à [anti] família brasileira.


[às vezes dá umas tela azul, né mores?!]

Adentrando o Rio de Janeiro pegamos o trânsito de final de feriado, que foi uma delícia, os motoristas demoraram para se entender com Os Estudantes sobre onde deixá-los e, confesso, fiquei com um pouco de pena deles que foram largados numa avenida bizarra e caótica.

Chegando à cidade cinza Facada e Motosierra já saltaram no aeroporto para voltarem pra casa e, enfim, chegamos ao Memorial da América Latrina onde me juntei novamente aos Leptos em um Uber para buscar o carro deles [o motorista perguntou sobre o som da banda e ROQUE PAULEIRA foi a resposta de Quique, ao que ele disse que então tava na rádio certa, que tocava um melancólico Bruce Dickinson cantando sobre as lágrimas do dragão]. Do estacionamento, os guerreiros bragantinos me deixaram na porta de meu lar, não sem antes passarmos outlaw por uma blitz policial fortemente armada, e seguiram dirigindo rumo às suas famílias e filhos.


[de volta à realidade da Cidade Linda do Doria]

Valeu Mozine & Läjä Records [parabéns pelos 20 anos e pela coragem de organizar um evento nesse porte], às bandas [de quem sou muito grato pelo carinho que sempre me tratam, de verdade!, e desta vez não foi diferente], às pessoinhas amigas e ao rock por [nos] proporcionar momentos de alegria [que, ao menos momentaneamente, deixam de lado as agruras da vida] e que ficarão guardados para sempre em nossa memória – ou até as lembranças virarem fumaça, né?!


[porta do local do show anunciando que Capilé e Pindé voltarão em breve]

Enfim, como disse antes, para quem queria saber, o primeiro Läjä Festival foi assim!


[Bem-vindo ao Reduto dos Camisas Pretas / Venereal Sickness]

Todas as fotos do post por um tal de Ricardo Tibiu [exceto as que estão especificadas], abaixo mais um punhado delas – que não ficaram boas, mas é o que tá teno! Beijas, bb!



Lomba Raivosa! [lombaraivosa.bandcamp.com + facebook.com/piorbandadomundo]




Lo-Fi [lofipunkrock.bandcamp.com + facebook.com/bandalofi]






Leptospirose [facebook.com/Leptospirose + soundcloud.com/leptospirose]




Deb And The Mentals [facebook.com/debandthementals + youtube.com]




Os Estudantes [facebook.com/osestudantes + osestudantes.bandcamp.com]



Merda [facebook.com/musicajovem]


Water Rats [facebook.com/waterratsbrasil + waterrats.bandcamp.com]




Facada [facebook.com/Facada + facebook.com/nagoela]



Motosierra [facebook.com/motosierra + motosierra.bandcamp.com]



The Muddy Waters [facebook.com/TheMuddyBrothers + themuddybrothers.bandcamp.com]

Não deixem de transar: facebook.com/ChivetaZine | instagram.com/chiveta + camelÔnline com produtos tranzados | diferente plataforma de camelÔnline com produtos igualmente tranzados ->COMPREM6COMPREM6COMPREM6<-
[#lookdodia #divo #HOMÃODAPORRA #tendências]

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Confraternizante #lajafestival #VamoNessa

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comentários

9 thoughts on “o primeiro Läjä Festival foi assim

  1. Que gravadora, que festival, que post!
    Achei muito foda vc ter ido!
    Queria ter presenciado!
    Show do Facada é animal mesmo, James fica possuído.
    Não acredito até agora que não vi o Motossiera 🙁

    • baita festival, Arthur, o único lado negativo foi que por causa dele não nos encontramos!
      valeu, que demais que curtiu o post!
      Jame’s Addiction é o cara! ahahah
      que pena que perdeu o show do Motosierra, baita conjunto!

  2. Pingback: post motivacional pra dar um grau na semanachiveta

  3. #lookdodia lacrante, mores. Confesso que depois disso fiquei com dificuldade de focar no texto pois sempre lembrava dessa pérola.
    Cara, se bobear o rolê de bus foi mais divertido que o fest em si ahahahahahaahahahahahaah.
    Massa que um tosco profissional consegue montar um festival com um monte de banda massa.
    Fotos mal tiradas combinaram com o post.

    P.S.: acho que os 60 Golpe$ do show do Donho vão me render uma namorada HAHAHAHAHAHAHAHAHAAHHAHAAHAAH

    • ahahahahah não era minha intenção tirar o foco do fest, mas, né, tive que valorizar meu #look migo ahahahahah

      foi bem divertido mesmo o rolê do busão, principalmente a ida e, pohan, um fest com um lineup desses é pra aplaudir, no mínimo!

      concordo, as fotos horríveis acabaram combinando ahahah

      eeeeeeeeeu suspeitaaaaaaaaaaava que isso aconteceria, amigor, pohan, porque eu não suspeito dos números da Mega Sena ahahahah seja feliz, só isso lhe digo, transe a vida! <3

    • FYP <3 que honra você por aqui! <3
      não deu pra eu ir na versão SP por motivos de aniversário da afilhada, mas pelo que me disseram foi demais mesmo!
      beijos, amigo, precisamos nos ver, já estou com saudades!

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